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A feira dos simuladores


Por Renato Cozta | Fotos Luciana Oliveira
25/08/2009


Sol, uma bela vista da Baía de Guanabara e... Informática! Esta combinação do Circuito de Informática e Tecnologia (CIT), que dividiu atenções com os barcos da Marina da Glória. O evento teve palestras, simuladores e reuniu cerca de 50 empresas nos 3 mil metros do local. Nada melhor que a inspiração nas finadas Fenasoft e Comdex para que se realizar uma feira dessas no Rio de Janeiro.

Com esse espírito nostalgico, nada mais plausível a recepção ao público com um Museu do Computador. Logo na entrada do CIT 30 peças davam as boas-vindas aos visitantes e contavam a história do objeto que mudou o curso da humanidade desde a sua popularização. O desenvolvimento dos PCs podia ser medido por um simples objeto: o disco rígido (foto ao lado). Para quem viu, o tamanho dos HDs era proporcional ao tamanho do armazenamento. Ainda bem que essa relação mudou muito.

E essa mudança no hardware vai se transformando, aos poucos, em uma mudança na relação homem-máquina. Atravessando o túnel do tempo do CIT, a feira mostrou que aos poucos não seremos somente usuários de computadores, mas imersões na realidade através dele. Essa percepção estava nos vários simuladores presentes na feira. Você poderia começar como piloto de Fórmula-1 e acabar como guitarrista do Kiss no divertido Guitar Hero.

Além da nova relação homem-computador, a feita mostrou algumas inivações como os monitores 3D SyncMAster 2233RZ Samsung, os óculos também para três dimensões NVidia, o casemod e a refrigeração a água para micros mais parrudos, trazidos pela loja mineira Waz. Algo que, por enquanto, ainda está distante do usuário comum por causa do preço alto, mas nos próximos anos deve crescer e ficar mais acessível. Afinal, quem quer ver a placa-mãe de última geração torrando? Ou quem não quer trazer a experiência de imersão em games e filmes para dentro de casa?

Na parte de idéias, o Circuito de Informática e Tecnologia reservou espaço para algumas palestras, com nomes consagrados como Carlos Alberto Teixeira, Elis Monteiro e Mário Brandão. Foi o momento bom para descobrir as tendências do mercado brasileiro: tanto para computadores, quanto para a telefonia celular. Destaca-se também o uso social da tecnologia, com a presença do Comitê para a Democratização da Informática em um dos momentos do auditório.

O CIT mostrou que Marina da Glória, informática e tecnologia são uma combinação e tanto para o público carioca. Que venha um evento maior em 2010, com mais atrações e com muito mais visitantes.

 

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Vista da Marina da Glória


Disco Rígido com capacidade para 700k


Parece improvável, mas as válvulas já peças importantes dentro do computador